Não deixe que sua loja vire notícia por falta de prevenção em combate a incêndio

15 de dezembro de 2009
“(...) incêndio destruiu parcialmente uma loja do supermercado Muffato, no bairro Boicy, próximo ao centro de Foz do Iguaçu. O fogo começou por volta das 20h40, quando o mercado estava em pleno funcionamento.”

10 de novembro de 2010, às 8h03
“(...) incêndio destrói parte do supermercado Angeloni, em Criciúma.”

18 de dezembro de 2010
“(...) incêndio em supermercado na cidade de Itaguarigo. A loja foi completamente destruída.”

23 de dezembro de 2010
“(...) incêndio destrói supermercado na região noroeste de Belo Horizonte, no bairro Caiçara.”

9 de maio de 2011
“Loja pega fogo na zona leste de São Paulo.”

Infelizmente sempre há notícias de incêndios no varejo ilustrando as páginas do jornal. Ter uma visão crítica e preventiva em torno da questão, sem dúvida evita dor de cabeça e traumas. Segundo Wyuk Ramos, especialista na área de projetos de combate a incêndios, e consultor parceiro da Universidade Martins do Varejo, esse tipo de situação começa a ser evitada ainda no início de um projeto. “Quando se prepara uma instalação, seja ela particular, pública, industrial ou comercial, é importantíssimo considerar-se a implantação de um sistema de prevenção e combate a incêndio e o treinamento de seus colaboradores para operar o sistema”, considera.

O foco do varejista, segundo Ramos, está na prevenção e caso um dia venha enfrentar essa situação, ele tem que estar preparado para controlar as chamas com segurança, pois, na maioria das vezes, o pânico dos que tentam se salvar faz mais vítimas que o próprio acidente.

Apesar dos perigos que um incêndio acarreta, boa parte dos empresários do pequeno e médio varejo ainda não se atentou para a necessidade de se prevenir e de se preparar. “Isso se deve, em grande parte, à falta de visão crítica em torno da questão e de valor agregado para o negócio que a segurança em prevenção contra incêndio traz”, opina Ramos.

O fato de o alvará de funcionamento liberado pelas prefeituras para emissão de notas fiscais estar condicionado ao de liberação do Corpo de Bombeiros, não significa que o varejista não tenha de tomar os cuidados mínimos, opina Daniel de Freitas, analista comercial da Tribanco Seguros. A conscientização do empresário ocorre quando ele percebe que não basta somente uma condição legal para que o negócio possa funcionar, é preciso oferecer total segurança e tranquilidade para o público da loja.

Agora, por que investir em algo que pode não acontecer? Segundo Freitas, como o varejista muitas vezes age sem ter conhecimento sobre as normas de segurança, as chances de ocorrer um incêndio começam nas pequenas e frequentes irregularidades. “O varejista precisa ser mais prudente com sua loja. Quando ele realiza uma ampliação irregular, quando deixa fiações expostas, vários equipamentos ligados em uma única tomada, ambiente sem ventilação que podem causar superaquecimento em equipamentos antigos, tudo isso aumenta o risco de incêndio”, comenta.

Esses mesmos fatores citados por Freitas podem, inclusive, impedir que o varejista consiga contratar um seguro para seu comércio. Toda e qualquer seguradora realiza uma inspeção antes de aceitar o risco do seguro, justamente para ver se a empresa está adequada às normas de segurança. “Caso seja encontrada alguma irregularidade elétrica, equipamentos antigos que possam sofrer superaquecimento, áreas de estoque com travejamento de madeira, falta de extintores, entre outros, o risco torna-se muito elevado para as seguradoras, assim o pedido de seguro será fatalmente declinado”, explica Freitas.

Ou seja, não adianta pensar que basta contratar um seguro empresarial que todos os problemas estarão resolvidos. De qualquer modo, o investimento em segurança é fundamental e prévio à contratação de um seguro. Essa contratação, na visão do cliente, quase sempre esbarra na questão dos custos. Mas segundo pesquisa feita pela Tribanco Seguros, o investimento em um seguro pode ser inferior a 0,5% do faturamento da loja. “Um custo pequeno para um risco muito grande”, endossa Freitas.

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Fonte: Martins no Varejo

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