Seguros nada óbvios que valem muito a pena

 

Seguro de carro e planos de saúde médicos e odontológicos são proteções já consideradas rotineiras pelos brasileiros. O custo-benefício pode ser um pouco alto, pois é quase certo que o beneficiário vai precisar acionar o seguro em algum momento da vida. Quem tem família também costuma considerar fazer um seguro de vida, para amparar seus entes queridos no evento inevitável de sua morte.

Mas existem seguros menos conhecidos que podem livrar o segurado de imensas dores de cabeça e verdadeiras facadas no bolso. Eles acabam valendo a pena porque são muito baratos em relação ao valor do bem segurado, ou então porque o custo absoluto do prêmio é baixo em comparação à exposição dos bens segurados a ladrões e acidentes.Veja a seguir quais são alguns desses seguros que não deveriam ser dispensados e o mais importante, todos fazem parte do portfólio da Tribanco Seguros. 

Seguro residencial

O seguro residencial é um dos que têm melhor custo-benefício no mercado, pois normalmente não chega a custar mais do que 1% do valor do imóvel. O seguro é uma mão na roda para quem tem um imóvel exposto a desastres naturais ou assaltos. Reformar um imóvel danificado ou repor os bens roubados será, certamente, muito mais caro.

A cobertura básica inclui danos ao imóvel e ao seu conteúdo provocados por incêndio, explosão e fumaça, mas é uma boa ideia proteger os bens contra roubo e furto. Até aparelhos eletrônicos estão cobertos. Há outras coberturas adicionais, como vendaval, danos elétricos (provocados por raios), quebra de vidros, impacto de veículos e aeronaves, home office e responsabilidade civil familiar (cobertura para danos provocados por pessoas da família a terceiros dentro e até fora da residência).

E na hora de calcular o valor do seguro, a conta é feita sobre o custo de reconstrução da casa e o valor real dos bens em seu interior, e não pelo valor do imóvel ou o valor de nota dos objetos.

Seguro viagem

O seguro viagem poderia ser apelidado de “não saia de casa sem ele”. A dor de cabeça e os custos de ter a bagagem extraviada ou um problema de saúde durante a viagem podem ser enormes. Para alguns países, como Cuba, Alemanha, França e Portugal, o seguro viagem é obrigatório. Nos EUA, o seguro é opcional, mas os custos com consultas, internações e exames podem ser estratosféricos.

As seguradoras geralmente oferecem planos nacionais e internacionais. Para quem tem um plano de saúde que cubra todo o território nacional, o seguro para viagens domésticas pode até ser dispensado. Mas o valor do prêmio é tão modesto, que pode ser bom contratá-lo ao menos para se proteger contra um extravio de bagagem.

Normalmente, o plano nacional custa 37,54 reais e garante localização de bagagem, orientação em caso de perda de documentos, viagem emergencial de regresso, hospedagem de acompanhante em caso de emergência, além das coberturas tradicionais de assistência médica, farmacêutica e odontológica.

Para sair do país, contratar um seguro viagem é fundamental. Uma bateria de exames e a medicação para uma simples infecção urinária nos Estados Unidos pode custar algo na casa dos 15.000 dólares para quem não tem seguro. E uma boa apólice não costuma custar mais do que R$ 300,00 para um período de sete a dez dias. Mas há boas coberturas por 100 reais.

Fonte: Exame/Tribanco Seguros